sábado, 28 de outubro de 2017

Partida e Chegada (A Dor da Saudade e a Certeza do Reencontro)

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Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: Já se foi. Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.

Ajuda-te que o Céu te Ajudará

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Narra-se que um sábio caminhava com os discípulos por uma estrada tortuosa, quando encontraram um homem piedoso que, ajoelhado, rogava a Deus que o auxiliasse a tirar seu carro do atoleiro.
Todos olharam o devoto, sensibilizaram-se e prosseguiram.
Alguns quilômetros à frente, havia um outro homem que tinha, igualmente, o carro atolado num lodaçal. Esse, porém, esbravejava reclamando, mas tentava com todo empenho liberar o veículo.
Comovido, o sábio propôs aos discípulos ajudá-lo.

Psicografia – Por falta de fé perdi a encarnação

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Queridos irmãos e queridas irmãs que estão infelizes, sem fé e sem esperança, não deixem que o desânimo destrua a vida de todos vocês, pois foi neste desânimo que deixei a vida terrena.
Hoje estou aqui para implorar a todos vocês que, por um motivo ou situação estão descrentes e com pensamentos ruins. Não deixem que estes sentimentos tomem conta de seu ser, ou melhor, que devorem sua alma.
Sou um dependente químico e um suicida, verdade que me deixei levar por “amizades” tristes, mas não os culpo por nada, eu tinha a opção de dizer não e não o fiz.

domingo, 10 de setembro de 2017

O Nome do Seu Anjo

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando seus colegas de colégio o viam, franziam a testa porque a cicatriz era muito feia.
Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio. O professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o último a entrar em sala de aula e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a ideia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás.
Levado ao conhecimento do menino a decisão, ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:
Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.